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Quando adolescente, tive diários. Eu escrevia nas últimas folhas dos cadernos, lia muito, imaginava histórias. Quando descobri que era possível fazer isso virtualmente, não pensei duas vezes! E se passaram muitos anos. Oito anos que estou sem escrever aqui. Estou retomando as linhas. E é um presente reler minhas linhas, minhas emoções, alegrias, frustrações, sonhos!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

O ausente presente

As horas passam e o tempo esvai.
Você não sente, mas o tempo não para!

- Rio com a boca e com os olhos!

O tempo, “aquele que não para”, é finito.

Finda o tempo da presença e há leveza no ar.

Sinto gratidão.
Uma profunda gratidão que enche os olhos.
Senti que lágrimas verteriam.
Lágrimas de pura alegria.

Uma presença atemporal: - O ausente presente!

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