será que estou em franca evolução?
tenho vontade se soltar o verbo
penso, continuo existindo
avalio e concluo:
- seja mais tolerante com o próximo (mesmo aquele que você quer ver bem longe)
então engulo o verbo
- glump...
o que adianta ficar esbravejando e reclamando para as paredes
se essas angústias podem ser apenas o teu ponto de vista sobressaíndo em desatino?
assim que surgem os problemas mais doloridos, os mais sentidos
frutos daquilo que achamos, daquilo que supomos

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