ontem passei a tarde na sala de espera de uma clínica
li todas as revistas possíveis e as quase impossíveis (aquelas sem capa, de meses)
encontrei dois textos geniais (na minha modesta opinião, claro!)
um do Roger Scruton, que achei bárbaro
preciso ler mais coisitas deste cidadão
achei ele sob medida para o mundo tão sem limites e coerência
e depois, para deixar a alma risonha
um texto da Lya Luft sobre Felicidade

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