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Quando adolescente, tive diários. Eu escrevia nas últimas folhas dos cadernos, lia muito, imaginava histórias. Quando descobri que era possível fazer isso virtualmente, não pensei duas vezes! E se passaram muitos anos. Oito anos que estou sem escrever aqui. Estou retomando as linhas. E é um presente reler minhas linhas, minhas emoções, alegrias, frustrações, sonhos!

domingo, 9 de janeiro de 2011

a fantástica fábrica de chocolates

- fico pensando... será que todo mundo tem alguma coisa simplinha que mexe com as lembranças?

Ontem comprei uma barra de chocolates com amêndoas e mel... hum...
Até aí, nada de mais, além, é claro, que eu adoro chocolate que tem este sabor, que remete minha infância, - eu lembro de uma barra de Toblerone (caixinha amarela), que era apreciada com parcimônia, dividida em três (entre eu, meu pai e minha mãe), e que não se podia morder, deveria derreter na boca...

Além deste passeio na infância, pela memória gustativa, quando abro a embalagem, sou brindada com um lindo papel dourado em relevos, chiquérrimo, que me leva direto para a Fantástica Fábrica de Chocolates (1971) e me sinto uma daquelas crianças sorteadas para conhecer a fábrica do Willy Wonka!!!

- claro que ri de mim, por esse vertiginoso passeio, e saboreei o chocolate (sem morder!)

Ah, também tenho certeza que já encontrei o excêntrico Willy Wonka e já me senti uma Oompa Loompa... mas, esta é outra estória!



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