Eu gosto muito quando acordo e lembro do sonho. Gosto do inusitado que a mente produz. Nesta semana que passou produzi sonhos charada (?), desejosos para se desvendar.
Sonhei que eu mesma cortava os meus cabelos.
(- É, estou um pouco ensacada com essa ‘cabelança’ que deixei crescer. Já me disseram que estou parecendo a Janis Joplin. Mas é só pelo cabelo, ok?!!)
Então, no sonho eu estava na casa que morei quando criança/adolescente em Venâncio, no quarto dos meus pais, os móveis estavam fora da posição original, e eu usava um daqueles barbeadores elétricos da Philips (Philishave) no cabelo. Uma loucura!
(- Eu já fiz essa experiência de auto-corte de cabelo, mas com tesoura. Até recebi elogios na época, ficou modern...)
No sonho eu pegava mechas do cabelo e passava o barbeador elétrico de baixo para cima nas madeixas! E achei que o resultado ficou ótimo!
Claro que quando acordei e lembrei do sonho, automaticamente levei a mão aos cabelos para me certificar que era apenas sonho.
O outro foi mais esquisito, não reconheci o lugar e as pessoas no início do sonho. Estava em um quarto de uma casa e havia uma porta que se abria para um cômodo que estava inacabado. A porta do quarto estava entreaberta e eu avistava várias pessoas que eu nunca havia visto em uma grande sala. Eu precisava me arrumar, pois estavam me esperando para sair. Então apareceu minha mãe e minha prima Alessandra. A parte nonsense do sonho foi que as roupas que eu tinha na mala eram muito antigas, alguns vestidos da minha mãe, e algumas roupas que nunca foram usadas, mas que desfiavam à medida que eu vestia. E isso produziu muito riso, nada de stress!
Bem, se eu relacionar com o momento que estou vivendo, a minha mente deve estar meio doida, dando conta de processar todas as minhas angústias e transformando tudo em curta metragem.

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