A tela me aguarda, branca e nua
Eu fito as rachaduras da parede branca: conviver com elas é sofrível e deveras disciplinador.
Passeio nas memórias e relembro a frase de alerta: - “o
fogo que te consome é poético‘bacarai’!” e ouço o riso que acompanha, risos, muitos risos!
Eu sempre provoco uns risos. Ao tentar incorporar uma
colérica, então! Desastre na certa!
Preciso aprender a falar bobagens sem filtro. Essa é uma tarefa!
Enfim, eu sei que alguma coisa mudou, eu sinto.
Não quero ser traída pela minha imaginação.
Alguma coisa mudou.

Nenhum comentário:
Postar um comentário