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Quando adolescente, tive diários. Eu escrevia nas últimas folhas dos cadernos, lia muito, imaginava histórias. Quando descobri que era possível fazer isso virtualmente, não pensei duas vezes! E se passaram muitos anos. Oito anos que estou sem escrever aqui. Estou retomando as linhas. E é um presente reler minhas linhas, minhas emoções, alegrias, frustrações, sonhos!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Angico Orchid


- Oniricamente falando, fazia tempo que não aparecias!

As aparições foram cada vez mais esparsas no decorrer dos anos – confesso que se assim não fossem...
- seria caso de internação! (risos)

Não te vi no sonho, apenas soube que o veria.

Foi um sonho meio doido, como são os sonhos!

Com pessoas de diferentes épocas, comuns e incomuns - nossos comuns são tão poucos, mas sabem que são comuns! Atravessaram décadas sabendo, fazendo caras e bocas, meio sorrisos, conversando e desconversando...

Que história mais inusitada!

O caminho do suposto encontro do sonho era uma estradinha de areia.
- Vais encontrá-lo lá...
Bom lembrar que foi no sonho!
Bucólica, com postes toscos de madeira cor cinza e arame farpado, plantas rasteiras e verdejantes com pequenas flores amarelas entremeando cerca e estrada.

Ventava muito. 

Será que era prenúncio da ventania que faria hoje?!

O encontro não aconteceu, mas a tua lembrança – aquela em que não envelheces – se fez presente no meu amanhecer e no decorrer do dia.

Registro no meu querido diário.
Ass.: Maria Camomila

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