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Quando adolescente, tive diários. Eu escrevia nas últimas folhas dos cadernos, lia muito, imaginava histórias. Quando descobri que era possível fazer isso virtualmente, não pensei duas vezes! E se passaram muitos anos. Oito anos que estou sem escrever aqui. Estou retomando as linhas. E é um presente reler minhas linhas, minhas emoções, alegrias, frustrações, sonhos!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

fugir prá lugar nenhum

- queria saber como chegar em lugar nenhum!
(pausa)
- geralmente queremos ir para lugar nenhum, quando já estamos em lugar nenhum! - retruca com riso irônico

- lugar nenhum te livra dos parvos, das pessoas chatas, dos falsos, dos cínicos... e - quase suplicando - lugar nenhum precisa ter remédio para a ingenuidade! - solicita, como se fosse possível

- não. Penso que não. Lugar nenhum só precisa te acolher, te oferecer as tuas predileções. E eu sei, eu te conheço... as tuas predileções são bem simplinhas! Mas, vamos combinar, remédio para a ingenuidade você precisa tomar aqui, agora, prá acabar de vez com o mundinho de Bob que habita o teu olhar, que te serve de cenário.

- puts, queria nascer de novo, está sofrido...

(pausa)

- e aí, vai fugir prá esse lugar?

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