o óbvio: estou chata
não
o óbvio: sou chata
se estou ou sou, não sei
mas, que às vezes eu tenho vontade de me mandar para algum lugar
eu sei que não sou/estou chata 100%
porém, preciso descobrir o que dá o 'play' na chatice
o estado de ânimo, ou a falta dele
pois, 'me digo': - sai deste corpo que não te pertence!
como se fosse possível eu me expulsar de mim
entro 'numas' e começo a reclamar:
do trânsito
das vielas desta cidade que não dão outra opção além da fila indiana
dos prédios que brotam do chão (que estão como a lenda das verrugas, que se o sangue escorre pela pele, ali nascerão outras verrugas, onde respinga cimento, brotam outros prédios)
da quantidade de carros nas ruas - inclusive o meu
do transporte público desta cidade, que não me permite ir de bus até o trabalho
das gentes que jogam lixo para fora da janela dos carros,
daquelas que passam à cavalo na frente de casa empunhando latinhas e que depois as jogam a esmo, na beira da estrada
das pessoas que entram no supermercado de sunga e biquini, ostentando suas bundas e panças descobertas
dos hediondos que soltam fogos desde o dia 24 de dezembro até o dia 04 de janeiro (um infeliz acabou de fazer isso agora)
do presunto que está embalado desde o dia 17 de dezembro, todo aguado no balcão do mercado e não há outra opção de compra, então você fica sem presunto
dos preços aviltantes - uhul, otários locais, do Brasil e do Mercosul, ferrem-se em Floripa!
do calor
do efeito estufa (hã?!)
de tudo, enfim!
e para culminar, de mim!
sim, porque Mim é um caso sério
Mim se acha insubstituível
o que serão dos meus cachorros se Mim viajar nas férias?
Mim viajou 40 vezes em 2013, mas nas férias...
o óbvio é que preciso libertar-me de Mim
- Mim, sai de mim! vai fazer uma graça, relaxa!
não
o óbvio: sou chata
se estou ou sou, não sei
mas, que às vezes eu tenho vontade de me mandar para algum lugar
eu sei que não sou/estou chata 100%
porém, preciso descobrir o que dá o 'play' na chatice
o estado de ânimo, ou a falta dele
pois, 'me digo': - sai deste corpo que não te pertence!
como se fosse possível eu me expulsar de mim
entro 'numas' e começo a reclamar:
do trânsito
das vielas desta cidade que não dão outra opção além da fila indiana
dos prédios que brotam do chão (que estão como a lenda das verrugas, que se o sangue escorre pela pele, ali nascerão outras verrugas, onde respinga cimento, brotam outros prédios)
da quantidade de carros nas ruas - inclusive o meu
do transporte público desta cidade, que não me permite ir de bus até o trabalho
das gentes que jogam lixo para fora da janela dos carros,
daquelas que passam à cavalo na frente de casa empunhando latinhas e que depois as jogam a esmo, na beira da estrada
das pessoas que entram no supermercado de sunga e biquini, ostentando suas bundas e panças descobertas
dos hediondos que soltam fogos desde o dia 24 de dezembro até o dia 04 de janeiro (um infeliz acabou de fazer isso agora)
do presunto que está embalado desde o dia 17 de dezembro, todo aguado no balcão do mercado e não há outra opção de compra, então você fica sem presunto
dos preços aviltantes - uhul, otários locais, do Brasil e do Mercosul, ferrem-se em Floripa!
do calor
do efeito estufa (hã?!)
de tudo, enfim!
e para culminar, de mim!
sim, porque Mim é um caso sério
Mim se acha insubstituível
o que serão dos meus cachorros se Mim viajar nas férias?
Mim viajou 40 vezes em 2013, mas nas férias...
o óbvio é que preciso libertar-me de Mim
- Mim, sai de mim! vai fazer uma graça, relaxa!

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