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Quando adolescente, tive diários. Eu escrevia nas últimas folhas dos cadernos, lia muito, imaginava histórias. Quando descobri que era possível fazer isso virtualmente, não pensei duas vezes! E se passaram muitos anos. Oito anos que estou sem escrever aqui. Estou retomando as linhas. E é um presente reler minhas linhas, minhas emoções, alegrias, frustrações, sonhos!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

des + encantando músicas

dei uma virada nos CD´s e achei Legião
coloco prá ouvir - ouço Índios

- impressionante, como é que pode? uma música atemporal
tem tudo a ver com "N" coisas, do trabalho e da vida

 Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante

- essa parte é para a sustentabilidade do planeta Terra, para o consumismo da humanidade!

 Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante

- essa parte é para considerar o trabalhador, as comunidades...
 são os simples e quase nunca considerados os mais importantes,
e quase sempre são considerados somente da boca prá fora

  Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.

- é o resultado dos diagnósticos! àqueles que faço, os organizacionais!

  Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do iní­cio ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

quem foi por muito tempo quem me entendia do início ao fim, não é mais,
sim, pelo jeito a profecia teve fim!
porém, eu permaneço com o vício da saudade do que ainda não vi

- pois é, essa saudade não tem cura mesmo
nem num futuro próximo
ou num futuro distante
tampouco hoje mesmo!


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