dia desses lembrei de uns 'acontecidos' da infância...
eu era um guri.
eu amava passar férias em Itapiranga, onde nasci, à beira do Rio Uruguai, na divisa com o RS e a Argentina (sem argentinos, só tem mato por lá - ainda).
lá, tudo era possível!
lembrei de um dia que meu pai e meu tio foram pescar, e eu fui junto!
descíamos a barranca do rio, que tinha aquelas escadinhas escavadas na própria terra (bem vermelha), para terror das sandálias havaianas! e, lá na beira d' água, meu tio "emprestava" um caíque de um dos seus conhecidos (e ele era de todos, pois era o agente dos Correios na cidade).
em Itapiranga os barcos de madeira são chamados de caíques, sempre que falo caíque, alguém me corrige e diz caiaque. Isso é outra coisa, bem diferente...
naquele dia não tinha muitas opções, só tinha um bem fuleiro, que tinha um espaço enorme entre as tábuas laterais.
lá fomos nós, latinhas com minhoca, anzol e linha
logo descobri minha atribuição na pescaria... tirar a água do fundo do caíque com uma lata.
sempre que terminava a tarefa, meu tio balançava o barco, exclamava - Buenas loquito! - e lá vinha água pela fresta, e eu tinha atividade por longos minutos.
- que maldade!...
assim, eu não ficava pentelhando a pescaria, e achava que estava fazendo grande coisa...
eu era um guri.
eu amava passar férias em Itapiranga, onde nasci, à beira do Rio Uruguai, na divisa com o RS e a Argentina (sem argentinos, só tem mato por lá - ainda).
lá, tudo era possível!
lembrei de um dia que meu pai e meu tio foram pescar, e eu fui junto!
descíamos a barranca do rio, que tinha aquelas escadinhas escavadas na própria terra (bem vermelha), para terror das sandálias havaianas! e, lá na beira d' água, meu tio "emprestava" um caíque de um dos seus conhecidos (e ele era de todos, pois era o agente dos Correios na cidade).
em Itapiranga os barcos de madeira são chamados de caíques, sempre que falo caíque, alguém me corrige e diz caiaque. Isso é outra coisa, bem diferente...
naquele dia não tinha muitas opções, só tinha um bem fuleiro, que tinha um espaço enorme entre as tábuas laterais.
lá fomos nós, latinhas com minhoca, anzol e linha
logo descobri minha atribuição na pescaria... tirar a água do fundo do caíque com uma lata.
sempre que terminava a tarefa, meu tio balançava o barco, exclamava - Buenas loquito! - e lá vinha água pela fresta, e eu tinha atividade por longos minutos.
- que maldade!...
assim, eu não ficava pentelhando a pescaria, e achava que estava fazendo grande coisa...

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