Ao revisitar-me percebi que fiz poesia achando que ela havia sumido...
Ledo engano, este, de fato!!!
Talvez as influências sejam um tanto chorosas, dramáticas, deprês... acho que sim!
Quintana lamentou o tempo, Galeano trouxe à tona as emoções mais vivas, àquelas que quando leio, choro, sem a menor vergonha. Veríssimo (o Érico), escrevia a vida na linhas... sentimento escrachado, riso ou dor profundamente sentidos.
Todo mundo está ou esteve meio deprê?! Parece que só se escreve as mazelas... nem tanto. Vou escrever sobre as belas coisas que vi hoje: dois cães deitados na areia na beira da lagoa, muitas gaivotas, a primavera mais outonal e invernal dos últimos tempos, o céu vermelho sob o morro da Lagoa, a placidez do canal da Barra...
Bem vindos a vida simples e feliz de cada dia! Alegria!

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